
Atividade gratuita foi realizada em parceria com o CRAS de Itinga I e possibilitou aos participantes o contato com fotografia, produção audiovisual pelo celular e edição
Jovens atendidos pelo CRAS de Itinga I participaram, nesta quinta-feira (10), de uma oficina gratuita de audiovisual e fotografia realizada no espaço da PEC 3000 – Praça da Cidadania, localizada no coração de Itinga, em Lauro de Freitas.
A iniciativa teve como principal objetivo apresentar a comunicação como uma ferramenta de expressão, criatividade e desenvolvimento do pensamento crítico, estimulando os participantes a compreenderem as diferentes possibilidades de produzir e compartilhar suas próprias narrativas por meio da imagem.
Durante a atividade, realizada no período da tarde, os jovens tiveram contato com conhecimentos básicos de fotografia, produção de vídeos utilizando o celular, técnicas de gravação e edição, além de orientações sobre como utilizar os recursos tecnológicos disponíveis no cotidiano para desenvolver conteúdos audiovisuais.
Mais do que ensinar técnicas, a oficina buscou incentivar os participantes a perceberem a comunicação como instrumento de transformação social. A proposta partiu da compreensão de que jovens das periferias também produzem conhecimento, cultura e narrativas sobre seus territórios, e que o audiovisual pode ser uma importante ferramenta para dar visibilidade a essas experiências.
Realizada em uma região marcada pela diversidade social, cultural e pelas características próprias de um território periférico, a atividade também proporcionou um espaço de convivência, aprendizado e troca de experiências entre os jovens.
A parceria com o CRAS de Itinga I reforça a importância da oferta de ações culturais e formativas gratuitas para a juventude, aproximando tecnologia, educação, cultura e comunicação da comunidade.
Ao final da oficina, os participantes puderam ampliar seus conhecimentos sobre as possibilidades criativas da fotografia e do audiovisual e compreender que, com um celular e acesso ao conhecimento, também é possível contar histórias, registrar o território e construir novas formas de expressão.
A atividade integra uma perspectiva de democratização do acesso à cultura e à tecnologia, levando formação audiovisual para espaços comunitários e contribuindo para que a juventude possa ocupar também o lugar de produtora de conteúdo, de memória e de suas próprias histórias.

